Segunda-feira, 4 de Abril de 2011

Greves a metro!

Parece que nos dias que correm, os trabalhadores do metro de Lisboa decidiram que era muito giro fazer greve em 2 dos 3 dias úteis por semana.
Reflexo disso são as greves que têm acontecido, repetindo-se amanhã e quinta-feira.

Aconselho todos os curiosos a consultarem o acordo de empresa entre os trabalhadores do metro de Lisboa e a respectiva empresa. Estes senhores recebem um n número de subsídios, onde se incluem coisas tais como: subsídio de turno, de quilometragem, de limpezas técnicas, de ajuramentação (???), de acréscimo de função, de salubridade (!!!), de conservação, entre outros que constam no documento.

Que andam então estes senhores a reclamar? Ainda querem sugar mais?

Qual será o prejuízo para a produtividade da cidade de Lisboa causado por cada birra destes meninos? É que só os consigo comparar a crianças mimadas que fazem birra quando querem um bombom.

Se é para andarmos nesta fantochada, mais vale decretar a falência da empresa (que não é viável) e mandar esta gente toda à sua vida. Recomece-se então uma nova empresa, que tenha por objectivo prestar um bom serviço e não andar nesta palhaçada!

Ou será que parte dos largos milhares de desempregados deste país não teriam mais gosto e vontade de trabalhar que estas sanguessugas? Mão de obra não nos falta!

Quinta-feira, 24 de Março de 2011

Mudámos a cor!

O Blog Azul,

Sem sentido partidário mas posicionado à direita a cor deste blog representa o futuro.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele e que espelhou o céu.
Estas foram as palavras de Fernando Pessoa no Poema Mar Português.
Temos aqui o futuro, no céu, no mar, no sol.
Somos o presente e parte do futuro.

Quarta-feira, 23 de Março de 2011

“Este governo não cai, porque não é um edifício. Limpa-se com benzina, porque é uma nódoa!”

Eça de Queirós, 1885

Caros Portugueses,

O tempo da ditadura socialista acabou!
Vamos mudar, estudar, preparar, enfrentar o futuro. Depois das escolhas erradas dos eleitores portugueses é novo tempo para voltar a decidir. A prova revelou avaliação negativa, o primeiro ministro José Sócrates chumbou e com ele Portugal atrasou-se. O FMI e a ajuda financeira externa já é uma realidade em Portugal desde a compra das nossa dívida externa pelo BCE à venda da democracia em Bruxelas.
Povo de Portugal não baixe os braços, temos um grande caminho à nossa frente, todos juntos conseguiremos mudar, conseguiremos crescer e produzir.

Viva Portugal, Viva a democracia,

A Geração à rasca como um governo falido e inútil,

Mia Couto - Geração à Rasca - A Nossa Culpa
>
>
> "Um dia, isto tinha de acontecer.
>
> Existe uma geração à rasca?
>
> Existe mais do que uma! Certamente!
>
> Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa
>
> abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes
>
> as agruras da vida.
>
> Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar
>
> com frustrações.
>
> A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também
>
> estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
>
> Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância
>
> e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus
>
> jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
>
>
>
> Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a
>
> minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos)
>
> vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós
>
> 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
>
> Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram
>
> nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles
>
> a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes
>
> deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de
>
> diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível
>
> cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as
>
> expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou
>
> presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
>
> Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o
>
> melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas
>
> vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não
>
> havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado
>
> com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
>
>
>
> Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A
>
> vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
>
>
>
> Foi então que os pais ficaram à rasca.
>
> Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem
>
> Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde
>
> não se entra à borla nem se consome fiado.
>
> Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar
>
> a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de
>
> aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a
>
> pais.
>
> São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e
>
> da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que
>
> os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade,
>
> nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.
>
>
>
> São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter
>
> de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e
>
> que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm
>
> direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas,
>
> porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem,
>
> querem o que já ninguém lhes pode dar!
>
>
>
> A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo
>
> menos duas décadas.
>
>
>
> Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
>
> Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por
>
> escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na
>
> proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que
>
> o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois
>
> correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade
>
> operacional.
>
> Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em
>
> sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso
>
> signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas
>
> competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
>
> Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por
>
> não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração
>
> que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que
>
> queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a
>
> diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que
>
> este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
>
> Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo
>
> como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as
>
> foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
>
> Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não
>
> lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
>
> Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
>
>
> Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de
>
> montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o
>
> desespero alheio.
>
>
>
> Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e
>
> inteligência nesta geração?
>
> Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
>
> Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no
>
> retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e
>
> nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como
>
> todos nós).
>
> Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados
>
> pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham
>
> bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados
>
> académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos
>
> que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e,
>
> oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a
>
> subir na vida.
>
>
>
> E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos
>
> nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares
>
> a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no
>
> que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida
>
> e indevidamente?!!!
>
>
>
> Novos e velhos, todos estamos à rasca.
>
> Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
>
> Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme
>
> convicção de que a culpa não é deles.
>
> A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem
>
> fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e
>
> a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
>
> Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
>
> Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
>
> Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de
>
> uma generalização injusta.
>
> Pode ser que nada/ninguém seja assim."

Faço estas as minhas palavras e a minha opinião.

Leiam discutam e pensem sobre nós.

Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

primeiro dia na AR

.os que se insurgiam contra a presença de antónio preto nas listas do PSD podem ficar descansado que o senhor suspendeu mandato!

.os que votaram na lista do PS pelo círculo da cidade mais alta do país, da cidade dos 5 F's, da Guarda rejubilem pois o cabeça de lista irá ser líder parlamentar do PS e levará para a primeira linha do hemiciclo todas as preocupações do interior!