terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
Lisboa... A praia de Madrid...
Haverá ainda por aqui alguém neste blog devoluto, necrosado e falido que queira dar uma opinadela?!
domingo, 29 de Novembro de 2009
Portugal e a tecnologia
Sócrates diz que portugueses estão distraídos em termos de inovação e conhecimento (TSF)
O primeiro-ministro entende que os portugueses andam distraídos nas questões que tocam a inovação e conhecimento. Numa alocução aos empresários ibero-americanos, José Sócrates frisou que Portugal é o primeiro país da UE em termos de Governo Electrónico.
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1434083
Só uma questão. Será possível um tão bom governo e tão tecnológico num país burro e distraído? Mais uma vez se vê a qualidade do nosso governo, tecnologia no governo, distracção na realidade.
o investimento num governo tecnológico é um mero malabarismo e esconde a realidade negra de Portugal.
Povo canta,
sábado, 7 de Novembro de 2009
...Não me venhas falar de amor...há quem viva escondido a vida inteira...
que é feito de ternura amarrotada,
da frescura que vem depois do Sol,
quando depois do Sol não vem mais nada...
Olho a roupa no chão: que tempestade!
há restos de ternura pelo meio,
como vultos perdidos na cidade
em que uma tempestade sobreveio...
Começas a vestir-te, lentamente,
e é ternura também que vou vestindo,
para enfrentar lá fora aquela gente
que da nossa ternura anda sorrindo...
Mas ninguém sonha a pressa com que nós
a despimos assim que estamos sós!
Estou a amar-te como o frio
corta os lábios.
A arrancar a raiz
ao mais diminuto dos rios.
A inundar-te de facas,
de saliva esperma lume.
Estou a rodear de agulhas
a boca mais vulnerável.
A marcar sobre os teus flancos
itinerários da espuma.
Assim é o amor: mortal e navegável.
O meu amor tem lábios de silêncio
E mãos de bailarina
E voa como o vento
E abraça-me onde a solidão termina
O meu amor tem trinta mil cavalos
A galopar no peito
E um sorriso só dela
Que nasce quando a seu lado eu me deito
O meu amor ensinou-me a chegar
Sedento de ternura
Sarou as minhas feridas
E pôs-me a salvo para além da loucura.
O meu amor ensinou-me a partir
Nalguma noite triste
Mas antes, ensinou-me
A não esquecer que o meu amor existe.
Nas tuas mãos repousa a minha vida
falta-me um gesto teu para acordar
pássaro triste, asa enfraquecida
sem o teu corpo, o céu para voar
nas tuas mãos deixei a minha vida parar
Se tu soubesses tudo o que eu invento
se adivinhasses quando eu te chamo
amigo, noivo, nardo, irmão, lamento
rosa de ausência que desfolho e amo
se tu soubesses como o tempo é lento esperando
Tu voltarias como o sol na primavera
trazendo molhos de palavras como cravos
trazendo o grito de uma força que se espera
e cheira a ceiva, medronhos bravos
Tu voltarias como a chuva no outono
trazendo molhos de palavras
como nuvens trazendo a calma
que abre as portas para o sonho
trazendo o corpo sabendo a uvas,
tu voltarias cantando
Das minhas mãos renasce a nossa vida
e sei que posso falar-te a toda a hora
basta cantar-te para possuir-te
és o sítio onde o canto se demora
estou a inventar-te e a destruir-te
agora
agora
Em Glória e MAgnificação de MMBdB
Tem entre as pernas caralhaz lanceta,
Para meter do cu na aberta greta
A quem não foder bem cá neste mundo:
Tremei, humanos, deste mal profundo,
Deixai essas lições, sabida peta,
Foda-se a salvo, coma-se a punheta:
Este prazer da vida mais jucundo.
Se pois guardar devemos castidade,
Para que nos deu Deus porras leiteiras,
Senão para foder com liberdade?
Fodam-se, pois, casadas e solteiras,
E seja isto já; que é curta a idade,
E as horas do prazer voam ligeiras!
Para compor lustrosos regimentos,
Mandai desentulhar esses conventos
Em favor da preguiça edificados:
Nos Bernardos lambões, e asselvajados
Achareis mil guerreiros corpulentos;
Nos Vicentes, nos Neris, e nos Bentos
Outros tantos, não menos esforçados:
Tudo extingui, senhor: fiquem somente
Os Franciscanos, Loios, e Torneiros,
Do Centimano aspérrima semente:
Existam estes lobos carniceiros,
Para não arruinar inteiramente
Putas, pívias, cações, e alcoviteiros.
Com duros trigos entulhar Lisboa;
Pagava bem, não houve moça boa
Que não provasse o casco adamantino:
Passou a um seminário feminino,
Dos que mais bem providos se apregoa,
Onde a um frade bem fornida ilhoa
Dava d'esmola cada dia um pino:
Tinha o mouro fodido largamente,
E já bazofiando com desdouro
Tratava a nação lusa d'impotente:
Entra o frade, e ao ouvi-lo, como um touro
Passou tudo a caralho novamente,
E o triunfo acabou no cu do mouro.
quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
É a hora! NEWS
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Isto de facto é importante
A última vez que uma tal prova fora realizada foi há 7 anos.
Há 7 anos tiveram positiva 80% dos alunos, e 2/3 tiveram mais de 15 valores.
Já na prova deste ano, tiveram positiva 45% dos alunos, e só 10% conseguiram mais de 13,3 valores.
Terá isto alguma coisa a ver com o facto de a Eslováquia (bastante mais pobre que a sua vizinha Checa) nos estar a ultrapassar em PIB por habitante?